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Estela Bezerra também é cotada para assumir cargo federal e ganhar foro privilegiado

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A deputada estadual Estela Bezerra (PT), considerada um dos ‘braços direitos’ do ex-governador Ricardo Coutinho (PT), assim como o ex-gestor, também é um dos nomes que ‘desfila’ pelos comentários feitos à boca miúda nos bastidores da política paraibana ao ser apontada como mais uma provável beneficiada com um cargo federal durante a gestão do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Do modo como se especula que Ricardo poderá ser agraciado por Lula com um cargo de confiança, assim também é feito com o nome de Estela que, mesmo tendo perdido a eleição para deputada federal, por força de um suposto acordo interno, poderia assumir o mandato como suplente no lugar de Luiz Couto (PT), que foi eleito com 54.851 votos de eleitores paraibanos que gostariam de vê-lo atuando em Brasília em prol da Paraíba.

Leia também: Com Lula eleito, cresce expectativa de Ricardo Coutinho assumir cargo no Governo Federal

O ‘mimo’ cairia oportunamente como uma ‘luva’, tanto para ela como para Coutinho, também cotado para assumir um cargo na gestão do petista, uma vez que ambos passariam a gozar do chamado ‘foro privilegiado’ e, assim, ficarem temporariamente blindados de responderem processos na Justiça Comum, travando deste modo, o andamento dos julgamentos oriundos das investigações da Operação Calvário.

Também circula pelos bastidores da política que, caso o suposto acordo dê errado, Estela poderia assumir o cargo de superintendente da Funasa (Fundação Nacional da Saúde) na Paraíba, no lugar de Virgínia Maria Peixoto Velloso Borges, que é mãe dos irmãos Aguinaldo (deputado federal reeleito pelo PP) e Daniella Ribeiro (senadora e presidente estadual do PSD) e avó de Lucas Ribeiro (PP), que é vice-prefeito de Campina Grande e vice-governador eleito nas Eleições 2022.

Calvário

Durante as investigações da Operação Calvário, a deputada Estela Bezerra foi apontada como responsável por cooptar políticos e impedir a instalação de procedimentos contra a gestão do então governador Ricardo Coutinho, na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), colaborando, assim, para o desvio de um montante superior aos R$ 130 milhões dos cofres públicos paraibanos nos setores da Saúde e Educação.

 

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A Paraíba é um nada na Comissão de Transição do governo Lula

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Redação do Portal da Capital

* Por Josival Pereira

As indicações do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), há duas semanas, e, agora, a do deputado Gervásio Filho (PSB) para a Comissão de Transição do governo Lula mereceram destaque na imprensa da Paraíba como um “feito”. O primeiro está na Comissão de Turismo e o segundo na Comissão de Desenvolvimento Regional.

Mas não há o que comemorar. A Paraíba é um nada na Comissão de Transição de Lula. Os dois indicados são políticos importantes no Estado, parecem empenhados em contribuir com o Brasil e a Paraíba, mas, lamentavelmente, não representam quase nada nem existe o menor indicativo de que sejam indicados para cargos importantes no futuro governo.

Com 382 integrantes (até agora), os dois representantes da Paraíba significam 0,5% na famosa Comissão de Transição governamental.

Para se ter uma ideia da insignificância política da Paraíba basta girar o radar para o vizinho Estado de Pernambuco, que conseguiu emplacar 16 nomes na Comissão de Transição e mais o ex-senador Cristóvam Buarque, que, apesar de militar no Distrito Federal, faz questão de ressaltar seus laços com sua terra natal.

Estão na comissão o governador Paulo Câmara (PSB), o prefeito de Recife, João Campos (PSB); o senador Humberto Costa (PT) e a senadora eleita, Teresa Leitão (PT); e os deputados federais Marília Arraes (Solidariedade), Milton Coelho (PSB), Danilo Cabral (PSB), Tadeu Alencar (PSB), Renildo Calheiros (PCdoB), André de Paula (PSD), Felipe Carreras (PSB) e Wolney Queiroz (PDT).

De Pernambuco, o presidente Lula não deixou de reforçar sua equipe de transição com a destacada economista Tânia Bacelar, uma das mais respeitadas estudiosas dos problemas do Nordeste, e com o ex-deputado Fernando Ferro, instalado na comissão de Minas e Energia.

Pela representatividade dos nomes e pela quantidade, já dá para se perceber que o Estado de Pernambuco ocupará papel de destaque no novo governo Lula. Mas outros Estados nordestinos também estão bem representados na Comissão de Transição, como são os casos da Bahia e Ceará. O Rio Grande do Norte tem um nome cotado para a presidência da Petrobrás, que é o caso do senador Jean Paul Prates.

As causas dessa insignificância política da Paraíba no cenário nacional precisam ser estudadas, mas não dá para não mencionar que as desavenças locais durante a campanha, que afastaram o candidato Lula do Estado, têm um peso no momento.

Ah! Se vale de consolo, o paraibano Lindberg Farias está na Comissão de Transição, representando o PT do Rio de Janeiro.

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Políticos da Paraíba pensam pequeno

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Redação do Portal da Capital

* Por Josival Pereira

Vem do interior do Estado a comprovação de que os políticos da Paraíba pensam pequeno. Em texto publicado em portais de notícias de Cajazeiras (Diário do Sertão e Coisas de Cajazeiras), o empresário Alexandre Cartaxo Costa, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da cidade e diretor da Fecomércio/PB, expressa quais seriam os anseios da região após o resultado das eleições, com a vitória do governador João Azevedo sedimentada nas urnas do interior.

Com o título “A força do Sertão”, Costa lembra que o interior deu mais de 304 mil votos de maioria ao governador, permitindo que ele superasse derrotas em Campina Grande, João Pessoa e cidades da região metropolitana da Capital e cobra mais atenção dos gestores e políticos para o interior.

O empresário reclama da distribuição das emendas de bancada para o Orçamento de 2023, que, segundo ele, das 15 propostas, apenas duas contemplaria o Sertão: o ramal da transposição na região do Piancó e o Hospital de Traumas de Patos. “Invariavelmente, todos os anos, as cidades de João Pessoa e Campina Grande levam tudo, só nos restam migalhas”, protesta.

O inconformismo do líder empresarial com o descaso em relação ao Sertão o leva, inclusive, a defender que chegou a hora do interior ter seu candidato a governador: “Precisamos de um governador sertanejo para combater o gritante desnível econômico no Estado onde mais de 70% do nosso PIB concentra-se em apenas cinco municípios, redirecionando o eixo de investimentos para o interior objetivando equilibrar nossos indicadores econômicos e sociais entre todas as regiões do Estado”.

A surpresa aparece com a clareza das propostas que o empresário Alexandre Costa apresenta como “perfeitamente factíveis para mitigar esse cruel desnível econômico”: implantação da Zona Franca do Semiárido; um novo traçado da ferrovia Transnordestina derivando da cidade Missão Velha (CE) cruzando todo o Estado até o porto de águas profundas no litoral; iniciar a duplicação da BR-230 no sentido Cajazeiras a Campina Grande e implementar linhas aéreas regulares do sertão ao litoral.

Perceba-se, no detalhe, que o empresário quer o início da duplicação da BR-230 lá em Cajazeiras e não na outra ponta, que termina sendo um projeto em torno de Campina Grande, necessário, mas com previsão de chegar apenas na praça do Meio do Mundo. Dois desses projetos (Zona Franca do Semiárido e duplicação da BR-230) já entraram ou ainda entram no radar dos parlamentares, mas sem o entendimento da dimensão dos mesmos para impactar o desenvolvimento da Paraíba e defesa com o arrojo que merecem. Em relação a Transnordestina, nem se fala.

Veja-se que todas são propostas de desenvolvimento estratégico Estado, não apenas do Sertão, e conclua-se que, ao não discutir e não incorporar projetos dessa grandeza, os políticos paraibanos pensam muito pequeno.

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Os frutos da parceria entre Cícero e Azevêdo para a cidade de João Pessoa

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Redação do Portal da Capital

O (a) eleitor (a), o cidadão (ã), o trabalhador (a), o (a) morador (a) e até o (a) visitante do município de João Pessoa, ao final das contas, quer saber, na verdade, se a administração municipal está ou não cuidando bem da cidade e se a dita administração está ou não buscando formas de proporcionar mais qualidade de vida para ele (a) e sua família.

E em se tratando de busca de parcerias o prefeito Cícero Lucena (PP) acertou em cheio quando decidiu oficializar um acordo de colaboração entre a Prefeitura  Municipal de João Pessoa (PMJP) e o Governo do Estado, através da gestão do governador João Azevêdo (PSB). Parceria esta que foi estabelecida ainda na fase de campanha do então candidato a prefeito, nas Eleições 2020.

Com o passar dos tempos e uma eleição depois, o cidadão percebe que a parceria era muito mais que uma promessa de campanha. Era um compromisso entre dois administradores dispostos a fazer o melhor que podem em seus respectivos cargos para que a Capital da Paraíba possa entrar de vez na rota do desenvolvimento e do bem estar social.

Nesta segunda-feira (21/11), Cícero, ao lado de João, assinou mais uma Ordem de Serviço (OS) para que saia do papel uma das obras de mobilidade urbana mais importantes para o bairro dos Bancários: o Parque das Três Ruas.

A obra contempla além da mobilidade humana, a urbanização e a qualidade de vida dos moradores daquele bairro que desfrutarão de recantos que contarão com árvores, ciclovia, espaço para Esportes e para crianças.

Na ocasião, o próprio Cícero revelou que outras decisões do Governo do Estado seguem sendo tomadas para benefício único da população pessoense através da parceria estabelecida, a exemplo da desativação do Presídio do Róger para que seja entregue à cidade um espaço que será transformado em escola para formação de Cultura e Educação.

Cícero e João estão juntos por compreenderem que ninguém faz nada sozinho quando o assunto é administração de uma cidade ou de um Estado. Obviamente, vez ou outra, ambos já discordaram um do outro, mas, mostraram que é possível levar o trabalho de administrador público tão a sério ao ponto de fazer prevalecer o que é correto e melhor para a população e não apenas o que o próprio ‘umbigo’ parece pensar.

Os frutos desse trabalho conjunto não param por aí e, depois de anos, esta dita parceria entre Governo do Estado e a Prefeitura de João Pessoa irá resolver um dos maiores problemas de mobilidade urbana da Capital paraibana através da construção de corredores de transporte público nas Avenidas Epitácio Pessoa, Cruz das Armas, Dom Pedro II e 2 de Fevereiro e, ainda, a construção de cinco terminais de integração: um Metropolitano, em área central da cidade, outro no Bessa, e os outros três para atender Cruz das Armas, região da Dom Pedro II e 2 de Fevereiro.

Quando o ego e a ambição são postos de lado por administradores públicos o resultado positivo é nítido, começando por reeleições…

Confira o vídeo:

 

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