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Oportunidade: Assaí lança programa de contratação para profissionais 50+ na PB

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Mais resiliência, experiência, qualificação, comprometimento e maturidade. Com o objetivo de aumentar a representatividade dos(as) profissionais seniores em seu quadro de colaboradores(as) e somar com esses talentos, o Assaí Atacadista irá lançar o Programa 50+, para todas as lojas, centros de distribuição e escritórios da empresa distribuídos em 23 Estados mais o Distrito Federal. A iniciativa faz parte das ações anunciadas durante a 6ª Semana de Diversidade da Companhia, que conta com uma série de práticas para fomentar a inclusão, a equidade e o respeito a todos(as) e está em linha com o Programa de Diversidade do Assaí, que conta com cinco temas prioritários (Raça LGBTQIA+, Gêneros, Pessoas com Deficiência e Gerações). A partir do dia 24 deste mês, a página da Companhia na plataforma de recrutamento e seleção Gupy passará a contar com uma área específica para concentrar as candidaturas de todos(as) os(as) profissionais com mais de 50 anos de idade e que serão direcionadas às oportunidades do atacadista.

Atualmente, cerca de 6% de todos(as) os(as) funcionários(as) da empresa têm mais de 50 anos – o que representa mais de 4.000 pessoas. O Programa 50+ fica ativo durante todo o ano e as vagas são elegíveis a todos os níveis e áreas da Companhia, nas mais de 240 lojas em funcionamento, além dos 11 centros de distribuição e escritórios do país. Inclui também a formação do time das cerca das 58 novas lojas que serão abertas até o final deste ano.

“As pessoas estão vivendo mais e com mais saúde e qualidade de vida. Isso gera grandes mudanças para a sociedade e para o mercado de trabalho. Profissionais com mais de 50 anos trazem características que têm muito a somar para a Companhia, como experiência de mercado, agilidade na solução de desafios e tendem a compartilhar mais os seus conhecimentos com os(as) demais colegas do time – além de qualidades comportamentais – são resilientes, comprometidos(as) e buscam trilhar carreira e se desenvolver no negócio. Apenas em 2021, contratamos mais de 250 colaboradores(as) com mais de 55 anos para atuarem em áreas como o açougue e o setor de frutas, verduras e legumes de nossas lojas mas, com o intuito de ampliarmos ainda mais esse quadro, fortalecemos o nosso pilar de Gerações e criamos o Programa 50+. Ele tem o objetivo de fomentarmos a contratação de pessoas a partir dessa faixa etária, oferecendo oportunidades para quem deseja retornar ao mercado de trabalho, com capacitação e planos de carreira para que essas pessoas possam tanto se estabelecer como crescer junto conosco”, analisa Sandra Vicari, Diretora de Gestão de Gente e Sustentabilidade do Assaí Atacadista.

O Programa 50+ nasce após estudos de mercado realizados pelo Assaí em que se observou que a atração desses talentos começa a ser dificultada a partir dos 50 anos de idade devido a diferentes fatores – entre eles estão vieses inconscientes e crenças inadequadas ainda difundidas perante o mercado de trabalho. O tema também traz atenção para a Década do Envelhecimento Saudável – termo cunhado pela Organização das Nações Unidades (ONU) para endossar ações e medidas que contribuam para o envelhecimento ativo e saudável da população. De acordo com dados do Ipea, 57% da população economicamente ativa no Brasil vai ter mais de 45 anos em 2050. Nesse mesmo ano, o Brasil deverá se tornar o sexto país com o maior número de pessoas acima de 60 anos no mundo, de acordo com o IBGE

Entre as medidas de capacitação, estão cursos específicos dentro da Universidade Assaí. A plataforma de educação corporativa da Companhia, exclusiva ao time interno, possui cinco escolas de formação – Atacado, Liderança, Operações, Comercial e Desenvolvimento Técnico e Comportamental –, além de mais de 5.000 cursos e trilhas personalizadas de acordo com a área de atuação, trajetória de carreira e necessidades de desenvolvimento de cada colaborador(a), atendendo da base de colaboradores(as) até as altas lideranças.

Em linha com os esforços para promover um ambiente de trabalho cada vez mais inclusivo e acolhedor, recentemente o Assaí também recebeu, em julho deste ano, o selo Great Place To Work (GPTW), que avalia a relação de confiança nas empresas e revela a percepção do(a) funcionário(a) em relação às várias políticas e comportamentos da organização, o que atrai e retém bons(as) profissionais e ajuda a criar boas relações com acionistas. Para saber mais sobre o Programa 50+ acesse: https://assai.gupy.io/jobs/2593856

Sobre o Assaí Atacadista 

O Assaí é uma empresa de Cash & Carry que atende pequenos(as) e médios comerciantes e consumidores(as) em geral, seja na compra de itens unitários ou grandes volumes. Com faturamento de aproximadamente R$ 55 bilhões nos últimos 12 meses, está presente nas cinco regiões do País com mais de 250 lojas distribuídas em 23 estados, além do Distrito Federal. Possui cerca de 70 mil colaboradores(as) e, mensalmente, recebe 30 milhões de clientes em suas lojas. Em 2022, o Assaí foi considerado o melhor atacadista em duas pesquisas realizadas pelo Instituto Datafolha: “Os Melhores de São Paulo – Serviços” (em que vence pelo 7º ano consecutivo); e “O Melhor da Internet no Brasil”. Também foi eleita a melhor empresa do ramo de Comércio Varejista do Valor 1000, anuário realizado pelo jornal Valor Econômico, e recebeu a certificação Great Place to Work. O Assaí está entre as 15 marcas mais valiosas do país em ranking anual promovido pela Brand Finance.

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Fundo abutre: polêmica da Braiscompany ganha proporção nacional; confira

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A polêmica envolvendo a empresa paraibana Braiscompany, que promete ao cliente interessado a entrada no mercado de criptomoedas “com segurança e sem complicações“, tem crescido tanto nos últimos dias que já ganhou proporção nacional.

A empresa tem vivido um verdadeiro caos desde que passou a ser investigada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) pela suposta prática de irregularidades e não repasse de remunerações que teriam sido garantidas em contrato junto a investidores.

A Braiscompany, que se apresenta em seu site oficial como “a  maior gestora de criptoativos da América Latina“, tem origem paraibana, na cidade de Campina Grande, e cresceu tanto que chegou a montar escritório na imponente região da Faria Lima, no centro financeiro de São Paulo. Porém, a aparente decisão de manter as aparências em um período de grave crise que pareceu atingir a empesa começou a abalar as estruturas do império que passou a ser alvo de críticas públicas, desconfianças e até de processos e investigação judicial.

O caso

A crise da empresa começou a se tornar pública quando investidores começaram a reclamar, ainda no mês de novembro de 2022, através da internet acerca de atrasos nos pagamentos das remunerações que lhes tinham sido garantidas documentalmente.

Vale a pena lembrar que segundo informações divulgadas pelo site O Antagonista, várias denúncias teriam sido feitas contra a mesma empresa desde o ano de 2019, porém, nenhuma delas teriam recebido a devida atenção por parte das autoridades competentes. Pelo menos, não até recentemente.

O problema foi crescendo porque, segundo informações que circulam em sites especializados em criptomoedas, a Braiscompany além de atrasar os saques dos investidores também estaria se omitindo em dar respostas aos investidores sobre a crise que vinha enfrentando.

Abutre

De acordo com informações veiculadas pelo site especializado em criptomoedas, o Livecoins, um cliente da Braiscompany, desesperado por não conseguir sacar seus rendimentos na empresa, procurou um fundo abutre para adquirir seus direitos contratuais no valor de R$ 100 mil.

A inusitada oferta, registrada na plataforma da OLX, em Campina Grande, chamou atenção de investidores da empresa.

Os chamados fundo abutre são aqueles investidores de risco que compram dívidas de clientes de empresas com problemas. Como pagam aos clientes um valor abaixo do mercado, eles assumem o ônus de reaver a totalidade contratual na justiça.

No domingo (05/02), um investidor da Braiscompany resolveu apelar para a prática, após não conseguir seu dinheiro de volta.

Na oferta publicada pela OLX, o cliente diz ter um contrato de R$ 100 mil, disposto a vendê-lo por metade do valor, ou seja, R$ 50 mil. Além de aceitar no pagamento cartões e até cheque, o investidor de Campina Grande estava disposto a aceitar até carro e moto pela oferta.

Na segunda-feira (06/02), contudo, o anúncio foi removido da página, embora os prints ainda circulem entre clientes.

Justiça

Para piorar a própria situação, a empresa decidiu não comparecer a uma audiência que havia sido marcada para tentar resolver de modo amigável e extrajudicial as dívidas da Braiscompany junto aos seus investidores.

O procedimento, conta O Antagonista, foi instaurado em 26 de janeiro e o MP tomou providências extrajudiciais com vistas à conciliação, inclusive com a designação de audiência na quinta-feira (02/02), à qual a Braiscompany não compareceu.

O vereador Odon Bezerra, de João Pessoa, chegou a confirmar durante entrevista ao @portaldacapital que a Casa Legislativa e o MPPB manifestam preocupação com a situação dos investidores que teriam sido lesados através de uma ocorrência que inquieta a sociedade. (Veja vídeo ao final da matéria)

Justiça II

Na segunda-feira (06/02), a Justiça, através de uma decisão do juiz 2º Juizado Especial Cível de Campina Grande, Algacyr Rodrigues Negromonte, indeferiu pedidos de investidores para que a Braiscompany lhes devolvessem valores referentes a investimentos realizados junto a empresa.

De acordo com informações divulgadas pelo Polêmica Paraíba, em sua justificativa, o magistrado teria afirmado que “dados os tecnicismos próprios da matéria, faz-se necessária a oitiva prévia da parte promovida”.

A decisão do juiz, no entanto, não significa o início de um tempo de paz para a empresa, pelo contrário, uma vez que agora ela enfrenta vários outros processos e começou a ser informada de datas das primeiras audiências que devem começar a ocorrer já a partir do próximo dia 28 de fevereiro.

Justiça III

O advogado Artêmio Picanço, que representa pelo menos 30 (trinta) clientes que se sentem lesados pela empresa e que sofrem com o não repasse dos investimentos prometidos desde o último mês de novembro de 2022, promete processos para reaver cerca de R$ 10 milhões, inclusive, relativos a valores que deveriam ser liberados pela Braiscompany por ocasião do encerramento de alguns contratos.

Confira o vídeo:

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Mais da metade dos brasileiros foi alvo de crimes cibernéticos; saiba dos comuns e como se proteger

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Redação do Portal da Capital

Mais da metade dos brasileiros (58%) já foi vítima de crimes cibernéticos, aponta um estudo realizado pela empresa de cibersegurança Norton, realizado em 2021. A pesquisa apontou ainda o Brasil como o terceiro país com mais dispositivos infectados por ameaças virtuais. A incidência dos casos aumenta de forma proporcional aos tipos de golpes registrados. Neste Dia da Internet Segura (7), o advogado criminalista Sheyner Asfóra, lista algumas formas de se proteger contra eles e revela as mais recentes fraudes praticadas no ambiente cibernético.

Entre os delitos mais facilmente praticados na rede estão a invasão de dispositivo informático (art. 154-A, do Código Penal), que se caracteriza ao violar indevidamente dispositivos de processamento de dados – computador, smartphone, tablet – ou contribui para isso; o furto (art. 155 do CP), que é colocar os dados de outra pessoa para sacar ou desviar dinheiro de uma conta pela internet; e a calúnia (art. 138, do CP), que é o ato de imputar a alguém determinado fato definido como crime por meio da internet – as fake news podem ser um exemplo.

“Esses são alguns dos crimes mais comuns na internet e que a partir deles uma infinidade de golpes surgem praticamente todos os dias. Para se proteger é fundamental estar atento às regras e comunicados oficiais, principalmente quando se trata de bancos ou entidades financeiras, e sempre desconfiar de toda e qualquer oferta ‘generosa’ demais, sejam promoções ou super descontos. É preciso estarmos atentos a tudo isso e é fundamental que o usuário, ao inserir os seus dados em algum site para a realização de uma compra, por exemplo, se certifique se o equipamento (computador ou celular) está provido com sistemas de antivírus, antispywares e antimalware que garantem uma navegação segura e se o site acessado é confiável e dispõe de todas as certificações de segurança”, alertou Sheyner, que é presidente nacional da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (Abracrim).

Outra forma de se proteger, conforme explicou Sheyner Asfóra, é sempre estar atento aos links enviados por e-mails, SMS ou WhatsApp que sejam desconhecidos que, muitas vezes, são golpistas que se passam por bancos ou órgãos governamentais como a Receita Federal, falsas intimações do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal. “Ao receber mensagens estranhas e inesperadas é prudente não clicar no link e se estiver com dúvidas ligue para a loja ou instituição que supostamente tenha enviado a mensagem para a devida confirmação”, recomendou.

Quando o assunto for compras on-line, a indicação principal é sempre recorrer apenas a sites confiáveis. O advogado orienta verificar se o site ou aplicativo é o correto da loja e procurar informações sobre ela, para ver se há denúncias contra a empresa. Uma forma de saber se o sistema que a empresa utiliza é confiável é verificar se o link https:// tem um cadeado fechado, à esquerda da barra de endereços. Se não tiver, nada de compras!

O advogado Sheyner Asfóra relatou, ainda, outros crimes comuns na rede mundial de computadores. Entre eles o crime de plágio, que é a violação do direito autoral (Art. 184 do Código Penal); e a incitação ou apologia ao crime, como nos casos de pornografia infantil (artigo 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente), racismo (Lei 7.716/89), LGBTfobia (Lei 7.716/89 e artigos 3º, IV e 5º da Constituição Federal) e misoginia (entre elas, a Lei 13.642/18, conhecida como Lei Lola).

“A internet, cada vez mais, está deixando de ser considerada ‘terra sem lei’. Pela força da evolução da tecnologia, é necessário e urgente que o poder público e os nossos legisladores, se debrucem com seriedade sobre o tema no sentido de, com investimento e inteligência, termos políticas públicas eficientes voltadas à prevenção da criminalidade cibernética; o desenvolvimento de um trabalho coordenado para uma maior estruturação dos órgãos de investigação no tocante aos crimes cibernéticos e, ainda, que se realize a devida atualização do nosso ordenamento jurídico a fim de se aperfeiçoar a legislação e o sistema de justiça criminal para se chegar a uma eficiente identificação e responsabilização dos autores dos ilícitos penais praticados pelo espaço da internet”, comentou.

Confira abaixo os 5 golpes mais comuns na internet

1. Golpe do boleto falso – Criminosos elaboram um boleto falso contendo todos os dados da vítima, onde se passam por uma empresa de cobrança real. Eles enviam o boleto via WhatsApp solicitando pagamento.

2. Golpes via SMS – é um dos favoritos dos criminosos. Nas mensagens, eles pedem que a vítima atualize cadastros de bancos, enviando links que direcionam para páginas falsas. O objetivo final desse golpe é conseguir os dados pessoais para acessar os canais oficiais.

3. Golpe do perfil falso – nesse golpe, os criminosos usam contas com perfis falsos nas redes sociais. Ele se divide em contas de empresas para vender produtos ou serviços que nunca serão entregues ou quando se passam por pessoas e simulam relacionamentos virtuais.

4. Golpe do emprego – aqui o fraudador cria páginas falsas anunciando empregos, mas solicita que a vítima realize um cadastro e que pague um valor para acessar às oportunidades. Com isso, além deles terem acesso aos dados pessoais das vítimas, ainda tiram dinheiro com falsas promessas de trabalho.

5. Golpe do WhatsApp – os bandidos clonam seu WhatsApp, e mandam mensagens para seus contatos, como familiares ou amigos e solicitam um Pix com urgência, alegando que seu limite diário acabou. Muitas pessoas acabam caindo no golpe e fazem a transferência sem desconfiar. Muitas vezes, os golpistas encontram as fotos em perfis de redes sociais.

Confira imagens:

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Nova parabólica digital: famílias de baixa renda da Região Metropolitana têm direito a kit gratuito

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Nove dos 12 municípios da Região Metropolitana de João Pessoa, na Paraíba, já registraram, juntos, mais de 600 agendamentos de moradores interessados em fazer a mudança da parabólica convencional pela parabólica digital. A troca é gratuita para famílias de baixa renda, inscritas em algum programa social do governo federal, e que têm a antena tradicional em pleno funcionamento na residência.

A instalação dos equipamentos é feita pela Siga Antenado, entidade criada por determinação da Anatel e responsável por apoiar a população durante a migração do sinal de TV utilizado pelas parabólicas tradicionais (Banda C) para o sinal das parabólicas digitais (Banda Ku).

Apenas quem assiste à TV pela parabólica tradicional precisa substituir os equipamentos pela nova parabólica digital. Quem é usuário do sinal digital terrestre (antena espinha de peixe), de streaming (internet), da antena digital interna ou é cliente de TV paga, não precisa fazer mudança de equipamentos.

Os municípios atendidos são João Pessoa, Alhandra, Bayeux, Caaporã, Cabedelo, Conde, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Pedras de Fogo, Pitimbu, Rio Tinto e Santana de Mangueira.

Agendamento

Quem atende aos requisitos para o benefício,  ou seja, está inscrito em programas sociais do Governo Federal (CadÚnico) e tem na residência uma parabólica tradicional instalada e funcionando, pode fazer o agendamento seguindo passos simples.  Com o CPF ou NIS em mãos, basta entrar em contato pelo número 0800 729 2404 ou pelo site www.sigaantenado.com.br .

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