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Lula anuncia renegociação de contratos e prorrogação de prazos de clientes do BNB vítimas da seca

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Agricultores Familiares e produtores rurais prejudicados pela seca terão R$ 400 milhões em crédito para custeio pecuário, além de poderem renegociar suas dívidas com o Banco do Nordeste (BNB) com condições vantajosas. O anúncio foi feito em evento realizado nesta quinta-feira, 8, em Belo Horizonte, no qual o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, apresentou pacote de investimentos, com a presença do presidente do BNB, Paulo Câmara.

“Neste momento desafiador, reforço a importância das ações que estamos implementando no Banco do Nordeste em alinhamento com o governo federal. A renegociação de dívidas e a oferta de crédito emergencial visam aliviar o peso financeiro e impulsionar a recuperação das atividades produtivas. Estamos comprometidos em apoiar os agricultores e agricultoras, contribuindo para o fortalecimento das comunidades rurais da nossa região e do Norte de Minas”, destaca o presidente do BNB.

A linha emergencial de crédito rural para custeio pecuário utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e pode beneficiar até 130 mil agricultores familiares e produtores rurais, nos municípios da área da Sudene com decretos de situação de emergência reconhecidos pelo Governo Federal. O objetivo do crédito é possibilitar a compra de ração e insumos para os rebanhos, a fim de preservar a atividade pecuária na região.

As taxas de juros ofertadas são a partir de 0,5% ao ano, para agricultores familiares enquadrados nos grupos B e Grupo A/C (assentados da reforma agrária) do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Esse público pode financiar até R$ 10 mil e ainda conta com bônus de adimplência de 40% sobre cada parcela paga até o vencimento.

Demais agricultores familiares têm à disposição até R$ 30 mil, com taxas de 4% ao ano e 25% de desconto sobre cada parcela. Miniprodutores rurais podem acessar até R$ 50 mil e pequenos produtores até R$ 80 mil, ambos com taxas de 7,79% ao ano, quando aplicado o bônus de adimplência.

O prazo de pagamento para todos os agricultores, é de até cinco anos, incluídos até 12 meses de carência. O prazo para contratação se estende até 30 de junho de 2024.

Renegociação de dívidas

Quanto à renegociação de dívidas, Paulo Câmara ressalta que a oportunidade pode abranger 586 mil contratos de produtores rurais e agricultores familiares com operações de crédito rural de custeio e parcelas de investimento rural que estavam em situação de adimplência em 30 de junho de 2023.

A medida inclui municípios com decretos de situação de emergência ou de estado de calamidade pública em decorrência de seca ou estiagem a partir de 1º de junho do ano passado.

“A dívida pode ser renegociada para pagamento em até 48 meses, incluídos até 12 meses de carência, para operações de custeio, e de prazo adicional de até 24 meses para custeios renegociados por medida legal e operações de investimento, com reembolsos em parcelas anuais, e atualização do saldo devedor sem a incidência de juros de mora e multas. A adesão deve ser feita até 30 de dezembro de 2024”, esclareceu o presidente do Banco do Nordeste.

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“Agradeçam ao desgoverno Lula”, diz Cabo Gilberto sobre greve nas Universidades Federais

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O deputado federal bolsonarista Cabo Gilberto Silva (PL), voltou a criticar a gestão do presidente Lula (PT), dessa vez, por conta da greve deflagrada por servidores de Universidades Públicas Federais brasileiras.

Segundo o parlamentar, “Lula cortou recursos da educação, sucateou as universidades e institutos federais e agora enfrenta a maior greve da história do Brasil“.

Confira o vídeo:

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PT não terá candidato nos maiores colégios eleitorais em 2024; em JP situação segue indefinida

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A imprensa nacional destacou a situação delicada no Partido dos Trabalhadores (PT) em relação a falta de representatividade da legenda nos maiores colégios eleitorais do Brasil em 2024.

De acordo com a matéria publicada pelo site ‘O Antagonista’, a sigla tende a não ter candidatura em, pelo menos, metade das Capitais que fazem parte da lista dos 10 (dez) maiores colégios eleitorais do país.

A mesma matéria lembra que a situação do PT em João Pessoa, ainda segue indefinida.

Confira a matéria na íntegra clicando aqui ou veja o texto abaixo:

PT não terá candidato nos maiores colégios eleitorais em 2024

Dos cinco maiores colégios eleitorais, em apenas dois o partido de Lula vai lançar candidato próprio nas eleições de 2024

O PT não deve ter candidaturas próximas em metade das capitais que fazem parte do hall dos dez maiores colégios eleitorais do país. Nos três maiores colégios eleitorais do país em capitais, o partido de Lula não terá a cabeça de chapa.

O caso mais emblemático é São Paulo. Com 9,3 milhões de eleitores, a cidade não terá candidato próprio do PT e vai apoiar Guilherme Boulos (PSOL). O cargo de vice ficará com Marta Suplicy, que recentemente se refiliou à sigla, apesar da posição contrária de alguns integrantes da agremiação.

No Rio de Janeiro, segundo maior colégio eleitoral do país, o PT também não vai ter candidato em uma cabeça de chapa. A tendência é que o partido indique o vice do atual prefeito Eduardo Paes (PSD), mas nem isso está pacificado. O Palácio do Planalto tenta emplacar André Ceciliano, secretário especial de Assuntos Federativos, da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

Nem em Salvador

Já em Salvador, terceiro maior colégio eleitoral entre as capitais, o PT também ficará no cargo de vice. O partido vai endossar a candidatura do emedebista Geraldo Júnior e o vice será Fabya Reis (PT), integrante do MST e esposa do deputado federal Valmir Assunção (PT).

Entre os cinco maiores colégios eleitorais do país nas capitais, o PT terá candidatura própria apenas em Belo Horizonte e em Fortaleza. Na capital mineira, o cabeça de chapa será o deputado federal Rogério Correia (PT), considerado um quadro de pequena expressão; em Fortaleza, o candidato será o deputado estadual Evandro Leitão (PT).

E o PT em outras capitais?

O PT também deve indicar o vice em outras capitais. Um caso é Recife, em que o partido deseja indicar o vice do prefeito João Campos (PSB).

Em Curitiba, há uma sinalização da presidente do PT, Gleisi Hoffmann (foto), de apoiar a pré-candidatura do deputado Luciano Ducci (PSB), contrariando os deputados Zeca Dirceu (PT) e Carol Dartora (PT), que preferem que o partido lance candidatura própria.

Em João Pessoa, o partido ainda irá definir se apoiará a reeleição do prefeito Cícero Lucena (PP) ou se lançará o próprio candidato.

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“A Lei corrige uma situação que não pode, jamais, ser admitida”, diz Daniella sobre condenação de Célio

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Redação do Portal da Capital

A senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) comemorou o resultado do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) que nesta segunda-feira (17) condenou o comunicador Célio Alves em processo de violência política de gênero. O caso foi o primeiro da Paraíba e teve como vítima a deputada estadual Camila Toscano.

O comunicador foi condenado a reclusão de 1 ano e 10 meses, em razão da violência política de gênero e ficará inelegível. A votação foi de cinco votos a favor da condenação e um contrário.

Vitória é de Camila e de todas as mulheres na política, destaca Daniella

Sobre a condenação, Daniella disse que a decisão deve ser comemorada não só pela deputada Camila Toscano, a quem a senadora se solidariza pela violência sofrida, mas por todas as mulheres que estão na política. A ação em questão envolve um comentário de Célio Alves que, durante uma transmissão ao vivo, disse que a deputada parecia uma “youtuber, uma digital influencer”.

“É uma decisão que vem para marcar a história de todas nós, mulheres que estamos na política. Fui a relatora dessa lei no Senado Federal e sei a importância que é ter uma legislação que ampare a mulher e que puna quem ousar agredi-la ou diminui-la. A lei vem para corrigir uma situação que não pode, jamais, ser admitida”, declarou.

Senadora já foi vítima de violência política de gênero

Desde que entrou na vida pública, Daniella enfrentou diversos ataques à sua honra e à sua imagem, em tentativas vis de desqualificar a sua trajetória.
Por vezes, ouviu comentários desprezíveis do tipo “chegou para enfeitar a tribuna”; “ela não conta, é café com leite”; “ela usa as passarelas do Senado para desfilar”; e “ela tem incontidos rasgos de outros sentimentos”. No entanto, Daniella nunca se intimidou.

Violência política de gênero é crime previsto em lei

A senadora Daniella Ribeiro foi, no Senado Federal, a relatora do PL que resultou na Lei 14.192/2021. A legislação define regras para a prevenção e punição de práticas que tenham como objetivo excluir as mulheres dos espaços do poder.

A violência política de gênero pode ser caracterizada como todo e qualquer ato que tenha como objetivo excluir, impedir ou restringir o acesso de mulheres a espaços políticos.

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