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Não foi culpa da imprensa…

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Assisti à live que o pastor Sérgio Queiroz (Novo) realizou na segunda-feira (15/04) falando sobre os imbróglios envolvendo o nome dele e o Partido Liberal (PL) desde a última semana e, de modo agravado, desde a visita do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Estado da Paraíba para lançar a chapa da Direita e Extrema Direita pessoense tendo Marcelo Queiroga como pré-candidato a prefeito e o religioso à vice na corrida ao comando da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) nas Eleições 2024.

Na verdade, aqui do meu cantinho, numa cadeira mega confortável e com um balde cheio de pipoca, metade doce e metade salgada, tenho assistido à muita coisa que tem marcado o universo político paraibano e, em especial, o pessoense.

Hoje, porém, vou comentar sobre o episódio, quase interminável, que estou assistindo e que envolve o pastor Sérgio Queiroz, figura por quem, aliás, A-IN-DA, nutro simpatia suficiente para sentir incômodo ao vê-lo se enfiar numa lambança que em nada combina com a postura polida que ele sempre demonstrou ter.

O episódio ao qual me refiro não se resume apenas a live da segunda-feira, mas, a uma série de acontecimentos -desorganizados e vexatórios!-, que eclodiram graças a decisão dele em não assumir o receio que parece ter em aceitar com a alegria e a empolgação esperadas a condição de vice na chapa do PL.

Eu, realmente, senti uma ponta de tristeza e uma vergonha alheia gigante quando assisti, com meus próprios olhos, Queiroz, que por indecisão própria se meteu num olho de furacão, culpar a imprensa pelo que está vivendo.

Queiroz teve a capacidade de abrir a boca na live para direcionar críticas e cobranças à imprensa e, ao mesmo tempo, demonstrar uma desinformação inexplicável acerca do universo político onde ele quer se mostrar inserido.

Na live, Queiroz teve a coragem de abrir a boca para perguntar por que a imprensa, diferentemente do estaria fazendo com ele, não cobrava do deputado federal Romero Rodrigues (PSC/Podemos) uma definição sobre o rumo político que tomará nas Eleições 2024, ou mesmo, do Partido dos Trabalhadores (PT) acerca da indefinição da pré-candidatura na Capital paraibana.

Minha gente… quem não vive numa bolha, não olha apenas para o próprio umbigo e acompanha minimamente o universo da política sabe que, nos últimos meses, de tanto, nós da imprensa, falarmos nesses temas, tais assuntos mais têm parecido aquelas falhas chatas em discos de vinil arranhados do que cobranças que ele classifica como inexistentes.

Cobramos sim, de Romero e do PT e evidenciamos todas as “lambanças“, imbróglios, intrigas e polêmicas políticas que enxergamos.

Por isso, ao assistir a sua live decidi escrever este artigo dizendo: “Não foi culpa da imprensa…”

Não foi -mesmo!- culpa da imprensa, meu caro pastor.

Não foi a imprensa que na véspera e até, no dia… pior… no MO-MEN-TO do evento de anúncio da chapa “Quero, Quero“, lá nas dependências da Domus Hall, mesmo com a própria cara aparecendo numa foto ao lado de Queiroga num telão, disse que decidiu adiar, mais uma vez, a decisão sobre participação do Novo na chapa encabeçada pelo ex-ministro.

Não, meu caro pastor… não foi e nem é culpa da imprensa e muito menos do locutor do evento o fato do senhor se perceber num meio de um furacão político vexatório para o seu curriculum de pessoa polida.

Inclusive, enquanto escrevo essas mal traçadas linhas, como diria algum poeta, sigo me perguntando por que um homem que enxergo como tão capaz, se mete numa situação dessas mesmo tendo valor político suficiente para garantir uma vaga de vereador sem gastar praticamente um tostão com campanha. Por queeeeeeeee???????

Pois é, pastor… não foi culpa da imprensa…

Como o senhor bem lembrou, durante a live, das palavras que, se não me falha a memória, são de Mateus, “bem-aventurados são os pacificadores“, tire uns dias, respire, pacifique a própria alma e lembre da sua capacidade para ser um excelente vereador que teria a oportunidade de legislar e produzir, de fato, para o bem da população.

Mas, para que fique bem claro… me permita repetir pastor: não foi culpa da imprensa.

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Médicos alertam sobre os riscos com fogueira e fumaça no período junino

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Redação do Portal da Capital

As festas juninas estão se aproximando e entre as tradições estão as tradicionais fogueiras e os fogos de artifícios. Na Paraíba, elas são permitidas por lei somente na zona rural. E para apreciar o momento de cantorias e partilha de comidas típicas no ambiente com fogueiras e com fogos é preciso tomar alguns cuidados. O pediatra Gilvan Barbosa e o cirurgião plástico Saulo Montenegro falam mais sobre “Doenças respiratórias e queimaduras no período junino”, no episódio desta semana do “Sem Contraindicação”, o videocast da Unimed João Pessoa.

Durante o episódio, os convidados conversaram com a apresentadora Linda Carvalho sobre os riscos de acidentes com as fogueiras, como as queimaduras e inalação da fumaça, principalmente pelos alérgicos. Eles ainda abordaram os perigos das queimaduras por fogos de artifício e também durante o preparo dos alimentos, além de orientar os pais para redobrar a atenção com as crianças nesse período.

ALERTAS IMPORTANTES

O pediatra Gilvan Barbosa reforçou que quem sofre de doenças respiratórias, como a asma, deve manter cautela se estiver em um ambiente com fumaça. “Um dos desencadeadores das crises de asma é a exposição à fumaça”, lembrou o médico. Ele ainda acrescentou que, no período junino, aumenta o número de pacientes com crise da doença e com outros problemas respiratórios por conta da fumaça proveniente das fogueiras.

A fumaça também pode provocar queimadura na estrutura das vidas aéreas e causar danos à saúde, como explica o cirurgião Saulo Montenegro. “Em um ambiente fechado, você inalar uma fumaça com uma certa temperatura, vai ter uma laringite, uma bronquite que, inclusive, pode levar até a intubação do paciente”, disse o especialista. Ele ainda lembrou sobre outros tipos de queimaduras que podem ocorrer com mais frequência no período junino, como os acidentes na cozinha, vitimando principalmente crianças, durante o preparo dos alimentos.

ASSISTA NA INTERNET

O videocast “Sem Contraindicação” é produzido pela equipe de Comunicação e Marketing da Unimed João Pessoa. Toda semana, um novo episódio é publicado no YouTube e no Spotify.

Os episódios também ficam disponíveis no Portal Unimed João Pessoa. Por esse canal, é possível interagir com a equipe responsável pela produção, enviando comentários e sugestões para o “Sem Contraindicação”.

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Direção nacional do PT ainda não sabe o que fazer em João Pessoa

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Redação do Portal da Capital

* Por Josival Pereira

A Executiva Nacional do PT, mais uma vez, não incluiu a cidade de João Pessoa na pauta de discussões e definição em relação às eleições para prefeito. É a quarta vez que a expectativa de uma decisão é adiada.

O que está ocorrendo, então, em Brasília, no que diz respeito a João Pessoa?

Não se trata do pouco impacto da Capital paraibana no PIB eleitoral nacional. Outras capitais e cidades de menor ou igual porte político-eleitoral já tiveram decisões anunciadas.

O problema pode estar na falta de relevância das lideranças locais do partido. Os dois nomes que poderiam merecer a atenção da direção da legenda – o ex-governador Ricardo Coutinho e o deputado Luís Couto- já não mereceriam mais.

O ex-governador Ricardo Coutinho parece ter perdido prestígio pelo papel desempenhado nas duas últimas eleições. Em 2020, ainda filiado ao PSB, forçou uma aliança por cima, pela cúpula, e obteve um pífio 6º lugar nas eleições para prefeito. O PT elegeu apenas um vereador. Em 2022, forçou a candidatura do senador Veneziano do Rêgo a governador para lastrear sua candidatura ao Senado, mesmo tendo inelegibilidade decretada pela Justiça Eleitoral, e o resultado foi a perda da vaga para a direita, com a vitória de Efraim Filho do União Brasil.

O deputado Luís Couto foi avalista e parceiro dos fracassos eleitorais e políticos das desastrosas articulações de Coutinho. Parece também não gozar mais da atenção que antes gozava no partido.

Sabe-se, igualmente, que os dois deputados diretamente interessados na disputa municipal – Luciano Cartaxo e Cida Ramos – são estrelas com pouco brilho na cúpula petista. O primeiro, por ter se desfiliado na crise da operação Lava Jato; Cida, por ter uma história apenas muito recente na legenda. Ela era militante do PCdoB.

Além disso, as intrigas internas põem em dúvida os projetos dos dois pré-candidatos a prefeito. O grupo de Luís Couto e Ricardo Coutinho queimam pretensão de Cida alegando que ela quer, na verdade, é ser candidata a deputada federal. Os adversários internos de Cartaxo pregam que seu projeto seria apenas garantir sua reeleição a deputado estadual.

Noutra direção, a saída da aliança com o prefeito Cícero Lucena também não encontra terreno fértil. O partido de Cícero – o Progressistas – não ajuda, se mantém êmulo do petismo no plano nacional, e o próprio prefeito pessoense demorou a tentar se aproximar do PT local.

Assim, as propostas à disposição da direção nacional petista não estimulam uma decisão sobre como o partido deve participar das eleições municipais em João Pessoa.

Por tudo isso, talvez não seja fora de propósito afirmar que, em verdade, a direção nacional do PT ainda não saber o que fazer em João Pessoa.

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Ao final das contas, o Bar do Cuscuz nunca foi exemplo para ninguém

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Redação do Portal da Capital

Olha… o desencadear da operação ‘Praia Limpa’, realizada pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e Secretaria de Meio Ambiente (Semam) neste mês de maio do ano 2024, não me surpreendeu em nada, principalmente, em se tratando da interdição temporária aplicada em desfavor do Bar do Cuscuz que, não sei se lembram, tem o jogador paraibano Hulck como sócio do empresário Jocélio Costa.

E antes que alguém fale alguma coisa, vou logo explicar o motivo da ausência do tal sentimento de surpresa da minha parte: o Bar do Cuscuz nunca foi exemplo para ninguém.

O estabelecimento, cada vez mais parece com aquele ditado popular que diz ““por fora bela viola, por dentro pão bolorento”. Isso porque, com o passar dos anos,  o Bar do Cuscuz tem atraído para si uma série de escândalos, truculências e situações diversas que apenas revelam uma péssima administração que é, naturalmente, refletida em situações significativamente “desastrosas” e que sempre me fazem pensar como ele ainda consegue se manter de pé e até crescer em meio a tantas situações negativas.

O quadro é tão grave que, para você entender, só aqui, neste simples textinho, consigo elencar, de cabeça e com pouco esforço, pelo menos, meia dúzia de situações que deveriam, no mínimo, envergonhar o Bar do Cuscuz. Dá uma olhada:

2015 – confusão envolvendo o Drº. Rey, figura que estava no auge da fama e que teria sido agredido dentro do Bar do Cuscuz, em Campina Grande;

2018 – clientes relataram despreparo e truculência por parte da Casa ao ter que lidar com uma denúncia de roubo dentro do estabelecimento ao ponto das supostas vítimas terem sido tratadas como qualquer coisa, menos como vítimas;

2019 – condenação por não repassar aos garçons os famosos 10% de gorjeta que eram deixados pelos clientes;

2021 – no período crítico da propagação do vírus da Covid-19, o estabelecimento chegou a ser condenado por crime contra a Saúde Pública ao descumprir determinação do Poder Público e promover aglomeração de clientes durante uma partida do Campeonato Brasileiro de Futebol; a condenação também se deu por ter havido promoção de publicidade capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde e segurança (artigo 68 do Código de Defesa do Consumidor, CDC).

2022 – condenação por comprovação de homofobia dentro do estabelecimento. O caso foi tão grave que resultou até na implementação de uma política e treinamento para atendimento ao público LGBTQIA+ e na contratação de pessoas trans;

2022 – a filial de Recife ficou famosa por ser palco constante de brigas e confusões generalizadas.

Pois é… diante disso, passo a entender menos ainda a permanência do jogador Hulck como sócio dessa casa que acumula tantos episódios ruins e de desrespeito aos próprios consumidores.

Considero esse flagrante de despejo de esgoto nas águas da orla da Capital paraibana, que culminou no fechamento temporário do estabelecimento, uma espécie de auge da falta de respeito com os clientes e até mesmo com os cidadãos que nunca sequer puseram os pés no Bar do Cuscuz, uma situação que, aos meus olhos, é digna de coroamento e da entrega do ‘Troféu Desrespeito‘ e do ‘Título de F0D4M-S3 Vocês: porque vou reabrir e continuar‘.

Mas, vou jogar a falta de fé debaixo do tapete e, sob a sensação de arrepios e embrulhos no estômago, dar um voto de confiança ao estabelecimento que, espero, aprenda a respeitar aos cidadãos, à própria clientela e, a si mesmo. Porque uma Casa que preza pelo próprio nome quando, por ventura, se vê no meio de uma situação embaraçosa faz todo o possível para “se limpar” e vigiar para não cair mais em esparrelas. E, olha… se os outros escândalos não foram suficientes para o reconhecimento de que alguma coisa está muito errada na administração geral, espero, de coração, que este seja porque pegou muito, muito, muito mal perante a opinião pública local, estadual e até nacional.

No desejo de não cometer injustiça, rememoro logo abaixo que não foi apenas o Bar do Cuscuz, que insiste em pregar uma suposta modernidade se apelidando de ‘BDC‘, flagrado despejando esgoto no mar de João Pessoa. Teve outros. Olha a lista abaixo:

– Bar do Cuscuz
– Quiosque Olho de Lula
– Quiosque Capitão Lula
– Quiosque das Frutas
– Hotel Nord Easy
– Quiosque dos Atletas
– Quiosque Rei do Coco

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