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Filho de João Goulart virá a João Pessoa como pré-candidato à presidência

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O presidente do Diretório regional do PPL (Partido Pátria Livre), Francisco de Assis Pereira, o Chico do Sintram (foto), acertará, com a cúpula nacional da legenda, em Congresso que o partido realizará, em São Paulo e nos dias 18 e 19 deste mês de novembro, a visita de João Vicente Goulart, filho do ex-presidente João Goulart e provável pré-candidato à presidência da República, no pleito de 2018, informa reportagem do PBAgora.

Chico do Sintram revela que o filho do ex-presidente acaba de escrever livro de memórias em que retrata a vida da família de João Goulart, no exílio, devendo aproveitar o ensejo de visitar a Paraíba, como político, para prosseguir no processo de lançamento da obra.

Quem anuncia a ilustre presença, em terras paraibanas, é o presidente do Diretório regional do PPL, no estado, o sindicalista Francisco de Assis Pereira, o Chico do Sintram, revelando que o nome do escritor, como pré-candidato, veio á baila em recente Congresso realizado, pelo Diretório nacional, em São Paulo.

Para Chico do Sintram, o nome de João Vicente Goulart surge num momento por demais oportuno, quando a sociedade brasileira clama por projetos políticos que ensejem mudança de mentalidade na cultura eleitoral da população, com a abertura de perspectivas de dias melhores na vida social e institucional do país.

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Brasil

“Agradeçam ao desgoverno Lula”, diz Cabo Gilberto sobre greve nas Universidades Federais

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Redação do Portal da Capital

O deputado federal bolsonarista Cabo Gilberto Silva (PL), voltou a criticar a gestão do presidente Lula (PT), dessa vez, por conta da greve deflagrada por servidores de Universidades Públicas Federais brasileiras.

Segundo o parlamentar, “Lula cortou recursos da educação, sucateou as universidades e institutos federais e agora enfrenta a maior greve da história do Brasil“.

Confira o vídeo:

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Brasil

PT não terá candidato nos maiores colégios eleitorais em 2024; em JP situação segue indefinida

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Redação do Portal da Capital

A imprensa nacional destacou a situação delicada no Partido dos Trabalhadores (PT) em relação a falta de representatividade da legenda nos maiores colégios eleitorais do Brasil em 2024.

De acordo com a matéria publicada pelo site ‘O Antagonista’, a sigla tende a não ter candidatura em, pelo menos, metade das Capitais que fazem parte da lista dos 10 (dez) maiores colégios eleitorais do país.

A mesma matéria lembra que a situação do PT em João Pessoa, ainda segue indefinida.

Confira a matéria na íntegra clicando aqui ou veja o texto abaixo:

PT não terá candidato nos maiores colégios eleitorais em 2024

Dos cinco maiores colégios eleitorais, em apenas dois o partido de Lula vai lançar candidato próprio nas eleições de 2024

O PT não deve ter candidaturas próximas em metade das capitais que fazem parte do hall dos dez maiores colégios eleitorais do país. Nos três maiores colégios eleitorais do país em capitais, o partido de Lula não terá a cabeça de chapa.

O caso mais emblemático é São Paulo. Com 9,3 milhões de eleitores, a cidade não terá candidato próprio do PT e vai apoiar Guilherme Boulos (PSOL). O cargo de vice ficará com Marta Suplicy, que recentemente se refiliou à sigla, apesar da posição contrária de alguns integrantes da agremiação.

No Rio de Janeiro, segundo maior colégio eleitoral do país, o PT também não vai ter candidato em uma cabeça de chapa. A tendência é que o partido indique o vice do atual prefeito Eduardo Paes (PSD), mas nem isso está pacificado. O Palácio do Planalto tenta emplacar André Ceciliano, secretário especial de Assuntos Federativos, da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

Nem em Salvador

Já em Salvador, terceiro maior colégio eleitoral entre as capitais, o PT também ficará no cargo de vice. O partido vai endossar a candidatura do emedebista Geraldo Júnior e o vice será Fabya Reis (PT), integrante do MST e esposa do deputado federal Valmir Assunção (PT).

Entre os cinco maiores colégios eleitorais do país nas capitais, o PT terá candidatura própria apenas em Belo Horizonte e em Fortaleza. Na capital mineira, o cabeça de chapa será o deputado federal Rogério Correia (PT), considerado um quadro de pequena expressão; em Fortaleza, o candidato será o deputado estadual Evandro Leitão (PT).

E o PT em outras capitais?

O PT também deve indicar o vice em outras capitais. Um caso é Recife, em que o partido deseja indicar o vice do prefeito João Campos (PSB).

Em Curitiba, há uma sinalização da presidente do PT, Gleisi Hoffmann (foto), de apoiar a pré-candidatura do deputado Luciano Ducci (PSB), contrariando os deputados Zeca Dirceu (PT) e Carol Dartora (PT), que preferem que o partido lance candidatura própria.

Em João Pessoa, o partido ainda irá definir se apoiará a reeleição do prefeito Cícero Lucena (PP) ou se lançará o próprio candidato.

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“A Lei corrige uma situação que não pode, jamais, ser admitida”, diz Daniella sobre condenação de Célio

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Redação do Portal da Capital

A senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) comemorou o resultado do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) que nesta segunda-feira (17) condenou o comunicador Célio Alves em processo de violência política de gênero. O caso foi o primeiro da Paraíba e teve como vítima a deputada estadual Camila Toscano.

O comunicador foi condenado a reclusão de 1 ano e 10 meses, em razão da violência política de gênero e ficará inelegível. A votação foi de cinco votos a favor da condenação e um contrário.

Vitória é de Camila e de todas as mulheres na política, destaca Daniella

Sobre a condenação, Daniella disse que a decisão deve ser comemorada não só pela deputada Camila Toscano, a quem a senadora se solidariza pela violência sofrida, mas por todas as mulheres que estão na política. A ação em questão envolve um comentário de Célio Alves que, durante uma transmissão ao vivo, disse que a deputada parecia uma “youtuber, uma digital influencer”.

“É uma decisão que vem para marcar a história de todas nós, mulheres que estamos na política. Fui a relatora dessa lei no Senado Federal e sei a importância que é ter uma legislação que ampare a mulher e que puna quem ousar agredi-la ou diminui-la. A lei vem para corrigir uma situação que não pode, jamais, ser admitida”, declarou.

Senadora já foi vítima de violência política de gênero

Desde que entrou na vida pública, Daniella enfrentou diversos ataques à sua honra e à sua imagem, em tentativas vis de desqualificar a sua trajetória.
Por vezes, ouviu comentários desprezíveis do tipo “chegou para enfeitar a tribuna”; “ela não conta, é café com leite”; “ela usa as passarelas do Senado para desfilar”; e “ela tem incontidos rasgos de outros sentimentos”. No entanto, Daniella nunca se intimidou.

Violência política de gênero é crime previsto em lei

A senadora Daniella Ribeiro foi, no Senado Federal, a relatora do PL que resultou na Lei 14.192/2021. A legislação define regras para a prevenção e punição de práticas que tenham como objetivo excluir as mulheres dos espaços do poder.

A violência política de gênero pode ser caracterizada como todo e qualquer ato que tenha como objetivo excluir, impedir ou restringir o acesso de mulheres a espaços políticos.

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